O prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), deve se deparar nos próximos dias com um grave problema: cerca de três mil servidores prometem cruzar os braços em protesto a salários supostamente atrasados e o não cumprimento de ajustes salariais. A Rainha da Borborema conta com sete mil servidores.
Seis categorias devem entrar em greve e, segundo o vereador Tovar Correia Lima (PSDB), a paralisação tem como único culpado o gestor peemedebista. “Ele vem promovendo um verdadeiro massacre com o funcionalismo” destacou. Ele disse ainda que caso se confirme a paralisação a Câmara Municipal deverá realizar sessão extraordinária para discutir o tema.
Entre as categorias que devem paralisar os serviços estão os profissionais em educação e os da área de saúde, prejudicando assim Servidores de CG entram em greve e vereador diz que culpa é do prefeito
Cerca de três mil servidores prometem cruzar os braços em protesto a salários supostamente atrasados e sem ajustes.
O início do ano letivo e o atendimento médico à população. Além disso, os agentes de limpeza, responsáveis pela limpeza da cidade, evitando assim a proliferação de doenças, prometem cruzar os braços.
Segundo o vereador Tovar Correia (PSDB), a prefeitura de Campina Grande vem massacrando o funcionalismo desde que assumiu a administração do município. “Já fiz vários apelos para que o prefeito tenha mais consideração pelos servidores que são o principal patrimônio da administração. Desta vez, o prefeito deve enfrentar sérios problemas com a greve de diversas categorias entre elas os professores, garis, seguranças, secretárias, merendeiras, agentes de saúde e auxiliares de serviço”, disse.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores do Agreste e da Borborema, Napoleão Maracajá, os agentes de saúde já estão em greve e os professores podem aderir à paralisação já na próxima semana.
“Estão todos revoltados com a postura da prefeitura. Não adianta mais dialogar. O que os servidores decidirem vamos acatar. Os servidores querem apenas o que é justo como a revisão salarial e das projeções horizontais, além de inclusão da insalubridade e paridade salarial”, revelou o sindicalista.
Assessoria do parlamentar