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Professores da UFCG pedem apoio da população e do Legislativo
Os servidores da Universidade Federal de Campina Grande, através da ADUF - Associação Docentes - usaram nesta quinta-feira, a Tribuna Livre da Câmara Municipal para solicitar apoio dos vereadores, no sentido de fortalecer o movimento grevista e prestar esclarecimentos sobre as propostas da categoria. A participação dos docentes foi articulada pelo vereador Paulo de Tarso, também professor da UFCG. Na oportunidade, o presidente da entidade, professor Amauri Fragoso, disse que as reivindicações são justas e oportunas.

Amaurí Fragoso afirmou que, apesar da resistência do Ministério da Educação a greve tem sido vitoriosa a nível nacional, no entanto, são necessárias mais colaborações da sociedade e dos vereadores. Na oportunidade, o representante da entidade pediu à Câmara Municipal uma moção de apoio ao movimento. Já o professor Josevaldo Cunha ressaltou que o crescimento da crise nas universidades públicas, principalmente nas federais, ocorre, principalmente, pela incompetência de quem administra as instituições. 

A tribuna livre foi solicitada pelo vereador Paulo de Tarso que, na oportunidade, destacou a necessidade de melhorias nos campus, principalmente de Campina Grande. Ressaltou que o atual governo através do ministro da Educação tem sido um desastre, principalmente com relação às universidades. Assegurou ainda que a importância da UFCG para Campina Grande é incontestável.

Os vereadores se comprometeram com a luta dos professores que estão em greve há mais de um mês, sem data para retorno das suas atividades.

Conselho do Meio Ambiente

A Câmara Municipal de Campina Grande aprovou na sessão desta quinta-feira o Projeto do Poder Executivo de nº 153/2005, de 21 de setembro de 2005, que altera a criação do Conselho Municipal do Meio Ambiente, alterando e acrescentando dispositivos à Lei de nº 2.986, de 14 de setembro de 1994, que regulamenta os artigos 30, e 32 do Ato das Disposições Transitórias da Lei Orgânica do Município de Campina Grande.

As alterações objetivam atribuir caráter deliberativo ao Conselho, no que diz respeito à definição da política ambiental do Município, em obediência ao princípio da gestão democrática. Além disso, visam adequar a composição do Conselho à estrutura administrativa do Poder Executivo Municipal.

Na justificativa o Executivo se refere à Lei 2.986, também de 1994, que dispõe sobre o Fundo Municipal do Meio Ambiente, visando dotar o Fundo de novas fontes de recursos, como as decorrentes das taxas e tarifas ambientais, ampliando a capacidade de gastos em programas e projetos voltados à promoção, conservação e defesa do meio ambiente. A proposta visa, ainda, transferir o gerenciamento do Fundo Municipal do Meio Ambiente ao órgão ou entidade municipal responsável pela gestão ambiental, alterando o dispositivo da Lei referenciada que conferia tal atribuição à antiga Secretaria do Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, que não mais existe na estrutura administrativa do Poder Executivo Municipal.

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